Prontuários eletrônicos, telemetria de pacientes, equipamentos IoT, câmeras de segurança, comunicação entre equipes e conforto dos pacientes — tudo depende de uma rede estável, segura e contínua. A WiFi Corporativo entrega exatamente isso.
Conectividade não é conforto no ambiente hospitalar. É infraestrutura crítica.
Quando a rede cai, médicos e enfermeiros perdem acesso ao PEP. Decisões clínicas precisam ser tomadas sem informação completa — e isso tem consequências.
Monitores de leito, bombas de infusão, oxímetros e dispositivos de telemetria dependem de rede estável. Instabilidade é risco clínico.
Wi-Fi de qualidade para pacientes e acompanhantes é parte do cuidado humanizado — e cada vez mais um critério de escolha e avaliação do serviço.
Prontuários, imagens de exame e dados sensíveis de pacientes não podem circular na mesma rede aberta para visitantes. Conformidade com a LGPD exige segmentação.
Áreas de pronto-socorro, UTI, centro cirúrgico, internação e emergência com sinal instável ou inexistente comprometem a operação clínica inteira.
Uma infraestrutura de rede projetada para o ambiente mais exigente que existe.
Projeto de RF personalizado para cada planta — UTI, pronto-socorro, internação, centro cirúrgico, ambulatórios e áreas externas com sinal estável em todos os pontos.
Rede clínica, administrativa, de equipamentos IoT, de pacientes e de visitantes — completamente separadas, com controle de acesso individual e tráfego isolado.
Rede otimizada para telemetria de pacientes, monitores de leito, bombas inteligentes, sistemas de chamada de enfermagem e qualquer dispositivo conectado.
Arquitetura de rede que protege dados sensíveis de pacientes — segmentação, criptografia e controle de acesso por perfil de usuário.
Rede projetada para operar sem interrupção — com configurações de redundância que garantem continuidade mesmo em caso de falha de um ponto de acesso.
Nossa equipe monitora a rede em tempo real — identificamos e resolvemos anomalias antes que se tornem falhas que afetam a operação clínica.
Todo o hardware Ruckus fica por nossa conta, no modelo de comodato. No máximo o hospital paga o cabeamento e a mão de obra de instalação — uma única vez. O orçamento de saúde não precisa competir com infraestrutura de TI.
em equipamentos para o hospital
do hardware por conta da WiFi Corporativo
Sabemos que hospitais têm processos rigorosos de aprovação de fornecedores e infraestrutura. Por isso oferecemos Prova de Conceito — instalamos os equipamentos no seu ambiente, sua equipe clínica e administrativa usa, e você avalia o resultado com dados reais antes de qualquer contrato.
Em saúde, nenhuma decisão de infraestrutura deveria ser tomada sem evidência. Por isso testamos antes de contratar.
Nossa solução é projetada especificamente para os pontos mais sensíveis do seu hospital.
Telemetria contínua de pacientes, comunicação entre equipes e acesso a PEP em tempo real — zero tolerância para instabilidade.
Alta rotatividade de pacientes e equipes, acesso rápido a prontuários e necessidade de cobertura em macas, corredores e triagem.
Equipamentos conectados e sistemas de imagem intraoperatória exigem rede de baixíssima latência e altíssima estabilidade.
Wi-Fi de qualidade para pacientes e acompanhantes em longas internações — parte do cuidado humanizado e do conforto durante o tratamento.
Transferência de grandes arquivos de imagem (DICOM), integração com sistemas de PACS e acesso a laudos digitais exigem rede de alta performance.
Wi-Fi para pacientes e acompanhantes em áreas de espera reduz ansiedade, melhora a percepção do serviço e é cada vez mais esperado como padrão.
A LGPD se aplica integralmente ao setor de saúde — e a rede Wi-Fi faz parte dessa responsabilidade.
Dados de saúde são classificados pela LGPD como dados sensíveis — a categoria de maior proteção da lei. Isso significa que a rede que transporta prontuários, imagens de exame e informações de pacientes precisa ser projetada com segmentação, controle de acesso e isolamento de tráfego.
Nossa arquitetura de rede garante que dados clínicos nunca trafeguem na mesma rede de visitantes ou de dispositivos pessoais — protegendo o hospital de responsabilidades legais e os pacientes de exposição indevida.
Dados clínicos isolados de visitantes e administrativo.
Cada dispositivo e usuário com permissões específicas.
Documentação técnica completa para processos de acreditação.
A Ruckus Networks é a escolha de hospitais, redes de saúde e operadoras de planos médicos em todo o mundo — não por acaso, mas porque a tecnologia foi desenvolvida para ambientes onde falha não é opção.
Paredes de concreto reforçado, equipamentos médicos com interferência eletromagnética, corredores longos e estruturas metálicas — a Ruckus foi projetada para manter o sinal estável em todos esses cenários.
Médicos e enfermeiros em movimento com tablets e smartphones trocam de ponto de acesso sem perder conexão — fundamental para o uso contínuo de PEP e sistemas clínicos.
Hospitais universitários, redes hospitalares privadas e centros médicos de referência ao redor do mundo operam com Ruckus — um padrão que agora está disponível para o seu hospital.
Em um hospital moderno, a rede sem fio deixou de ser uma comodidade para visitantes e passou a ser parte do fluxo assistencial. Prontuário eletrônico ao leito, prescrição via tablet, código de barras na dispensação de medicamentos, monitores de sinais vitais em telemetria, imagem de PACS aberta no centro cirúrgico — tudo depende de Wi-Fi. Uma queda de rede em uma UTI pode significar alarme perdido; uma latência alta em radiologia atrasa laudo. Por isso, o Wi-Fi hospitalar precisa ser tratado com o mesmo rigor de projeto que a infraestrutura elétrica de emergência.
Monitores multiparamétricos, bombas de infusão, ventiladores, telemetria cardíaca e ultrassom portátil dependem de rede estável. Perda de pacote em UTI não é opção.
Rádios da enfermagem, telefones DECT sobre Wi-Fi e sistemas de chamada de enfermeira precisam de handoff 802.11r sub-50ms entre andares e alas.
Prontuário eletrônico, imagens de exames e dados de paciente exigem segmentação por VLAN, criptografia WPA3-Enterprise e logs auditáveis.
Paredes de concreto armado com chumbo em radiologia, portas blindadas em centro cirúrgico e revestimentos hospitalares atenuam Wi-Fi comum. Projeto precisa compensar.
Salas de espera cheias, acompanhantes com múltiplos dispositivos e equipe em tablet no leito exigem APs de alta densidade dimensionados por área.
ONA, Qmentum e JCI cobram evidência de infraestrutura de TI resiliente. Redundância de controladora, uplink e energia entra no escopo desde o projeto.
Todo projeto começa por um site survey presencial, com medição de espectro em ambientes críticos: UTI adulta e neonatal, centro cirúrgico, pronto-socorro, radiologia, hemodinâmica, ambulatório e leitos de internação. Cada área tem densidade própria de dispositivos, materiais de construção diferentes e requisitos de tráfego distintos — não existe planta padrão de hospital.
Trabalhamos com APs Ruckus Networks com tecnologia BeamFlex: antenas adaptativas que compensam em tempo real reflexão em paredes revestidas, blindagem de chumbo em salas de raio-X e mobiliário hospitalar. Isso reduz a quantidade de APs necessários por andar e mantém cobertura utilizável mesmo em áreas historicamente problemáticas.
A camada de controle é redundante: controladora em cluster, uplinks em fibra com caminhos distintos e integração com nobreak/gerador. Se um link cai, a rede continua operando — pré-requisito para ambientes que dependem de telemetria contínua e de VoWiFi na equipe assistencial.
Segmentamos a rede em pelo menos cinco perfis por VLAN: equipamentos médicos, prontuário/PEP, corpo clínico e enfermagem, administrativo e pacientes/visitantes. Cada perfil tem sua política de firewall, banda garantida por QoS e regras de acesso a servidores internos. Uma falha ou comprometimento na rede de visitantes nunca chega ao PEP nem à telemetria.
O captive portal para pacientes e acompanhantes é implementado dentro dos requisitos da LGPD, com termo de consentimento explícito, finalidade declarada e política de retenção de logs alinhada aos prazos da instituição. Para a equipe clínica, usamos WPA3-Enterprise com autenticação pelo Active Directory, eliminando senha compartilhada.
A documentação de projeto, os relatórios de heatmap e os logs centralizados servem como evidência para auditorias de ONA, Qmentum, JCI e HIMSS. Tudo fornecido em modelo de comodato: equipamentos, suporte 24×7 e evolução tecnológica inclusos na mensalidade.
Fazemos POC gratuita em uma unidade — UTI, centro cirúrgico ou ambulatório — para medir cobertura, roaming e latência com equipamentos reais antes de qualquer decisão.
Ver o checklist de POCQuando um hospital nos chama, sabemos que não é um problema qualquer. Nossa equipe é treinada para tratar infraestrutura hospitalar com a seriedade que ela exige.
Processos de acreditação hospitalar — como ONA, JCI e PROQUALIS — avaliam a infraestrutura tecnológica do hospital, incluindo a rede de dados. Uma arquitetura bem documentada, segmentada e com monitoramento contínuo contribui diretamente para a pontuação nesses processos.
Fornecemos documentação técnica completa da infraestrutura de rede para suporte a auditorias e processos de certificação.
Conte sobre o seu ambiente e receba uma proposta personalizada. Sem compromisso.